A Ética da Terra de Aldo Leopold

Ref: 978-65-5523-141-0

O ano era 1933. Discussões sobre alternativas ao liberalismo econômico promoviam revoluções ao redor do mundo. Os efeitos da Grande Depressão de 1929 ainda causavam angústias na sociedade americana e mundo afora. Nesse cenário, preocupações acerca de uma crise ambiental gerada pelo capitalismo “selvagem” já chamavam a atenção, e ainda não tinham sido apropriadas indebitamente.


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ISBN: 978-65-5523-141-0


ISBN Digital: 978-65-5523-139-7


Edição:


Ano da edição: 2020


Data de publicação: 29/06/2020


Número de páginas: 83


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 14.8 cm


Comprimento: 21 cm


Altura: 2 cm


1. Álvaro Boson de Castro Faria.

O ano era 1933. Discussões sobre alternativas ao liberalismo econômico promoviam revoluções ao redor do mundo. Os efeitos da Grande Depressão de 1929 ainda causavam angústias na sociedade americana e mundo afora. Nesse cenário, preocupações acerca de uma crise ambiental gerada pelo capitalismo “selvagem” já chamavam a atenção, e ainda não tinham sido apropriadas indebitamente. Atuando pelo curso de Engenharia Florestal da Universidade de Wisconsin, o professor Aldo Leopold apresentava suas preocupações acerca do que seria necessário para a criação de uma consciência ambiental. Seu trabalho intitulado “The Conservation Ethic” ficou mundialmente conhecido, sendo a base moral de um conceito que ainda nos dias atuais gera bastante controvérsia nos meios sociais e políticos. Para Aldo Leopold, a Ética da Terra deve integrar o ser humano – consciente de sua responsabilidade em manejar os recursos naturais e por sua livre iniciativa – no centro da episteme ambiental, sendo, assim, um agente propulsor de ações que devem ser promovidas com alterações positivas sobre o meio em que está inserido. Nesse paradigma, é preciso, portanto, acreditar na espécie humana. Trata-se de um desafio para a sociedade brasileira, dividida em descrenças quanto à viabilidade do sistema político e às desigualdades sociais. Reviver a doutrina do engenheiro florestal e naturalista Aldo Leopold no Brasil do século XXI leva-nos à compreensão do sentido estrito do termo “amar a terra”, não somente pela necessidade de conscientizar as pessoas a respeito de certos excessos que causam prejuízos à coletividade, mas, também, pela livre abnegação de certos hábitos e costumes na implementação de iniciativas saudáveis e eficientes de administração. Tem-se, assim, a visão integradora entre o conservacionismo ambiental e o conservadorismo cultural.