Educação e Conversão Religiosa

Ref: 978-85-8192-491-5

Uma escola particular no Brasil que ainda demonstra vigor com mais de 115 anos de existência, já mereceria uma atenção especial. Sendo que tal escola teve um papel fundamental para o crescimento de uma cidade em particular e cuja contribuição e alcance excederam os limites de um Estado da federação, por mais razão se justificaria o seu estudo. Os dados apresentados primeiramente em forma de tese e agora em livro, têm como intenção contribuir para o conhecimento dos esforços educacionais realizados no Brasil por protestantes no final do século dezenove. 


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ISBN: 978-85-8192-491-5


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Ano da edição: 2014


Data de publicação: 00/00/0000


Número de páginas: 273


Encadernação: Brochura


Peso: 100 gramas


Largura: 21 cm


Comprimento: 27 cm


Altura: 27 cm


1. João Pedro Gonçalves Araújo.

Uma escola particular no Brasil que ainda demonstra vigor com mais de 115 anos de existência, já mereceria uma atenção especial. Sendo que tal escola teve um papel fundamental para o crescimento de uma cidade em particular e cuja contribuição e alcance excederam os limites de um Estado da federação, por mais razão se justificaria o seu estudo. 
Os dados apresentados primeiramente em forma de tese e agora em livro, têm como intenção contribuir para o conhecimento dos esforços educacionais realizados no Brasil por protestantes no final do século dezenove. Quaisquer que tenham sido os motivos, justos ou interesseiros, ajudaram significativamente a incluir uma boa parcela da população no domínio das letras, cultura e saber. A partir de uma análise histórica do processo da criação de escolas pelos batistas no Brasil, mostra-se, sincronicamente, as dificuldades internas e externas que esse grupo enfrentou para vencer seus próprios preconceitos quanto à educação, a falta de recursos e as dificuldades da população que, acostumada a não ter escola, achava ser isso um produto de luxo, coisa para ricos.
Os batistas criaram suas escolas, para que, através delas, mais pessoas fossem alcançadas. A partir da experiência do Colégio Taylor-Egídio, aprenderam que escola era mais que evangelização, era humanização; que não se faz escola apenas para competir ou servir a interesses próprios. A presença de uma escola batista numa pequena cidade baiana estimulou a criação de outras escolas, tornando-a referência em educação para todo o Estado. Ganhou a cidade, ganhou a população. 
Mesmo sendo uma instituição criada por religiosos, nem por isso transformou seus alunos à sua imagem e semelhança como imaginam os teóricos da educação ou como pretendiam seus idealizadores. Vê-se que a educação, mesmo quando feita por religiosos, pode criar o seu próprio caminho de socializar e engrandecer o homem, ensinando-lhe virtudes que o ajudem a conviver com o outro e consigo mesmo.