Saúde Mental e Práticas de Resistência: Vivendo Encruzilhadas em Bonneuil

Ref: 978-85-473-4134-3

Uma “instituição estourada”, aberta para o mundo exterior, surgida logo após a intensidade dos acontecimentos de maio de 1968, na esteira de outros movimentos de questionamento à tradição psiquiátrica asilar. Uma escola que também funciona como “hospital-dia”. Um local que proporciona diversas brechas, em que chegam e do qual partem pessoas dos mais diversos países.


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ISBN: 978-85-473-4134-3


Edição:


Ano da edição: 2020


Data de publicação: 16/07/2020


Número de páginas: 157


Encadernação: Brochura


Peso: 100 gramas


Largura: 14.8 cm


Comprimento: 21 cm


Altura: 2 cm


1. Augusto de Bragança Alves Neto.

Uma “instituição estourada”, aberta para o mundo exterior, surgida logo após a intensidade dos acontecimentos de maio de 1968, na esteira de outros movimentos de questionamento à tradição psiquiátrica asilar. Uma escola que também funciona como “hospital-dia”. Um local que proporciona diversas brechas, em que chegam e do qual partem pessoas dos mais diversos países. Um lugar que não cabe em si, que se desdobra em outros tantos lugares. Estadias com famílias de camponeses, estágios em oficinas, convivência em apartamentos e casas na cidade. Uma prática que questiona os discursos produtores de verdade sobre aqueles considerados loucos, e que vem sendo ameaçada por um invasivo processo de regulamentação, característico do atual cenário biopolítico. Um local no qual convergem diferentes saberes, que também são questionados e desconstruídos a partir dos encontros com as crianças. Uma aposta na vida diante dos mecanismos que buscam a sua captura. Encruzilhada: lugar em que se cruzam duas ou mais ruas, estradas ou caminhos. Viver em Bonneuil é viver na encruzilhada.