Pedagogia da Identidade e Formação de Professores

Ref: 978-65-5820-001-7

Acreditamos que a formação dos professores para o trabalho com as diferenças culturais, pelas lentes da interculturalidade, tenciona modos de pensar, ser e agir colonizadores e hegemônicos.


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ISBN: 978-65-5820-001-7


Edição:


Ano da edição: 2020


Data de publicação: 28/09/2020


Número de páginas: 333


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Corina Fátima Costa Vasconcelos .

2. Evandro Ghedin .

Acreditamos que a formação dos professores para o trabalho com as diferenças culturais, pelas lentes da interculturalidade, tenciona modos de pensar, ser e agir colonizadores e hegemônicos. Coloca em diálogo as mais diversas epistemologias existentes no mundo, assumindo a todos como produtores de saberes legítimos. Essa perspectiva enriquece e amplia os horizontes culturais dos estudantes e, como uma constelação de saberes, torna o processo de conhecer significativo e libertador. Por isso, esta Pedagogia da identidade coloca-se em diálogo para nos possibilitar pensar para além das identidades que a história colonizadora nos impôs.
Ao disponibilizarmos este livro para o diálogo e debate crítico, reportamo-nos para o cerne do sentimento que nos moveu para lhe conceder existência: a educação como “artefato cultural” viabilizador de processos de libertação, transformação e (re)construção de novas formas de compreender o mundo, a vida e o outro, sem o qual nossa existência seria incompleta.
A abordagem da temática da identidade cultural na formação dos professores para a compreensão do trabalho com as diferenças culturais, pelas lentes da interculturalidade, permitiu mergulharmos em um profundo processo de autoconhecimento, autoformação e reconstrução da nossa identidade pessoal e profissional.
A formação dos professores para o trabalho com as diferenças culturais pelas lentes da interculturalidade deve partir da cultura local. Não há como pensarmos uma modificação da sociedade se não partirmos de nós mesmos, da nossa localidade, das nossas necessidades e desejos.
Isso não significa negar um diálogo com o nacional e o global, mas contestar modos de pensar, ser e agir que nos são impostos; recusar as opressões e violências às quais somos submetidos; contestar políticas públicas assistencialistas que pouco nos favorecem; confrontar a negação dos saberes das crianças, seus gostos, suas experiências, com conteúdos que não lhes fazem sentido e diluí-los em um diálogo constante com as suas vivências, para que o processo de aprender seja contagiante, arrebatador, significativo e libertador.