Movimentos Sociais e Resistência no Sul do Brasil

Ref: 978-65-5523-284-4

Como se articulam as lutas sociais e a resistência no Sul do Brasil? Essa foi a questão que tínhamos em mente quando pensamos em organizar este livro. Sobre a região Sul, por suas particularidades históricas, construiu-se um imaginário, em especial nos últimos anos, de local do conservadorismo, em que haveria um domínio de ideias reacionárias.


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ISBN: 978-65-5523-284-4


ISBN Digital: 978-65-5523-298-1


Edição:


Ano da edição: 2020


Data de publicação: 13/10/2020


Número de páginas: 357


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Elenita Malta Pereira .

2. Rose Elke Debiasi .

Como se articulam as lutas sociais e a resistência no Sul do Brasil? Essa foi a questão que tínhamos em mente quando pensamos em organizar este livro. Sobre a região Sul, por suas particularidades históricas, construiu-se um imaginário, em especial nos últimos anos, de local do conservadorismo, em que haveria um domínio de ideias reacionárias. Segundo tal imaginário, o desenvolvimento da região seria oriundo do trabalho árduo de imigrantes europeus brancos, ignorando a contribuição das mulheres, dos indígenas, dos negros, das pessoas LGBT+, dos quilombolas e dos camponeses. O reiterado discurso do pioneirismo de imigrantes europeus tem historicamente invisibilizado e, muitas vezes, excluído a participação desses setores da população do cenário cultural e político do país.

De fato, constata-se a existência de movimentos de cunho separatista e fascista na região. No entanto convivem ao lado deles uma série de movimentos sociais progressistas que, acreditamos, não receberam tanta visibilidade nos últimos anos.

Movimentos sociais e resistência no Sul do Brasil tem o objetivo de trazer à tona a agência de indivíduos e grupos que, desde o Sul, têm lutado por um Brasil e um mundo melhores ao longo do tempo. Seus capítulos abordam as lutas, resistências e conquistas dos principais movimentos sociais do país na contemporaneidade, como: movimentos de resistência negra, feminista, de luta pela terra (MST, indígenas e quilombolas), LGBT+, ambientalista, agroecológico, estudantil, operário, as Diretas-Já, a luta pela moradia e a defesa do patrimônio e da soberania alimentar.