Pulsão de Morte, Trabalho de Cultura e Transgressão: Introdução à Obra de Nathalie Zaltzman

Ref: 978-65-5820-390-2

O livro Pulsão de morte, trabalho de cultura e transgressão: introdução à obra de Nathalie Zaltzman apresenta o aspecto transgressivo da obra da psicanalista francesa Nathalie Zaltzman, produzida a partir de uma leitura singular da metapsicologia freudiana.


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ISBN: 978-65-5820-390-2


ISBN Digital: 978-65-5820-364-3


Edição:


Ano da edição: 2020


Data de publicação: 11/11/2020


Número de páginas: 95


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Rony Natale.

2. Monah Winograd.

3. Ney Klier Padilha Netto.

O livro Pulsão de morte, trabalho de cultura e transgressão: introdução à obra de Nathalie Zaltzman apresenta o aspecto transgressivo da obra da psicanalista francesa Nathalie Zaltzman, produzida a partir de uma leitura singular da metapsicologia freudiana. Com as acepções de “ultrapassar”, “violar”, “não cumprir”, transgredir pode revelar uma ação psíquica vital para um sujeito, sobretudo quando em perigo de vida devido a circunstâncias opressoras e asfixiantes. Após a apresentação inicial do viés anarquista da pulsão de morte – luta e resistência contra forças que diminuem ou anulam a existência e a vida –, algumas proposições sobre a clínica são aprofundadas. Destaca-se a importância da ação de desligamento operada pela pulsão de morte e a urgência da escuta, no tratamento, das manifestações dessa força. Por fim, para expandir a discussão, são abordados o processo civilizatório e o trabalho de cultura em seu viés transgressor, em um esforço de apreensão da dimensão maléfica do humano, negada a qualquer custo pela perspectiva civilizatória. Sempre inspirados pela obra de Zaltzman, os autores propõem a necessidade urgente de fomentar vias que façam frente a posturas repressivas, censoras e/ou moralizantes, inexoravelmente recorrentes na história da humanidade porque inerentes à própria humanidade. Paradoxalmente, tais posturas repressivas impediriam que o Mal ocupasse lugar nas representações psíquicas conscientes de cada indivíduo e no patrimônio simbólico da humanidade e, com isso, que fosse elaborado. Em outras palavras, uma vez impedido de ser devidamente integrado como inevitável, só lhe restaria abrir caminhos violentos de satisfação, mantendo a barbárie eternamente presente.