Saúde Mental e Atenção Primária em Saúde: Uma Interface Necessária

Ref: 978-65-5820-846-4

O livro Saúde mental e atenção primária em saúde: uma interface necessária aborda a importância de a política de saúde mental estar articulada com a atenção primária em saúde, a fim de oferecer o cuidado necessário no território para as pessoas em sofrimento psíquico.


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ISBN: 978-65-5820-846-4


ISBN Digital: 978-65-5820-802-0


Edição:


Ano da edição: 2020


Data de publicação: 22/02/2021


Número de páginas: 285


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Valéria Debortoli de Carvalho Queiroz.

O livro Saúde mental e atenção primária em saúde: uma interface necessária aborda a importância de a política de saúde mental estar articulada com a atenção primária em saúde, a fim de oferecer o cuidado necessário no território para as pessoas em sofrimento psíquico. Este livro objetiva reafirmar os pressupostos da reforma psiquiátrica em curso no país, buscando criar estratégias de acolhimento e de atendimento que sejam capazes de promover a reinserção social dos usuários, colaborando para a construção de novos projetos de vida. A pesquisa foi realizada de forma intencional em três municípios: Belo Horizonte (MG), Aracaju (SE) e Sobral (CE), uma vez que em todos eles existe uma rede de atenção psicossocial consolidada e juntamente à Atenção Primária em Saúde (APS). Duas questões principais nortearam a pesquisa: a) como foram estabelecidas a ação intersetorial entre a política de saúde mental e atenção primária; b) analisar os fatores limitadores e facilitadores para promover essa integração. Inicialmente, a autora faz uma contextualização da política de saúde no Brasil desde a década de 1930 até os dias atuais, enfatizando a política de saúde nos governos autocráticos, a importância do movimento de reforma sanitária para o fortalecimento da saúde pública brasileira com a criação do Sistema Único de Saúde (SUS). Aborda o movimento de reforma psiquiátrica brasileiro que refirma o tratamento de base territorial e comunitário em oposição à exclusão e à segregação social e apresenta uma análise crítica dos reflexos do neoliberalismo no SUS. Vale ressaltar que a autora apresenta uma análise do conceito de APS no contexto internacional e desse contexto vivido nos países em desenvolvimento, ainda destaca a busca do fortalecimento da APS no Brasil. Enfatiza a integralidade e a intersetorialidade como ferramentas para o fortalecimento da política de saúde no Brasil. Aborda a necessidade de a saúde mental estabelecer o trabalho em conjunto com a APS, por meio do apoio matricial, para melhorar a qualidade da assistência prestada em saúde. Os municípios pesquisados são apresentados para que o leitor possa compreender o contexto de cada cidade e como foram tecidas as relações entre as políticas de saúde mental e atenção primária em saúde.