Arte e Formação: A Dialética da Emancipação Cultural a Partir de Theodor W. Adorno

Ref: 978-65-5820-198-4

Arte e formação: a dialética da emancipação da cultura a partir de Theodor W. Adorno é uma jornada em busca de uma ideia de indivíduo e uma ideia de arte que ainda valham a pena ser defendidas. Escrito de forma ensaística, o livro segue as pistas deixadas pelo filósofo alemão Theodor W. Adorno e o diálogo de sua obra com a de seus contemporâneos – como Walter Benjamin, Max Horkheimer e Herbert Marcuse – e, sobretudo, com a obra de autores clássicos – como Kant, Goethe e Schiller. Arte e indivíduo são fenômenos históricos em constante transformação, com avanços e retrocessos em suas possibilidades de liberdade. Isso fica claro em três grandes movimentos na dialética de emancipação da cultura.


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ISBN: 978-65-5820-198-4


Edição:


Ano da edição: 2021


Data de publicação: 02/06/2021


Número de páginas: 169


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Rafael Baioni do Nascimento.

Arte e formação: a dialética da emancipação da cultura a partir de Theodor W. Adorno é uma jornada em busca de uma ideia de indivíduo e uma ideia de arte que ainda valham a pena ser defendidas. Escrito de forma ensaística, o livro segue as pistas deixadas pelo filósofo alemão Theodor W. Adorno e o diálogo de sua obra com a de seus contemporâneos – como Walter Benjamin, Max Horkheimer e Herbert Marcuse – e, sobretudo, com a obra de autores clássicos – como Kant, Goethe e Schiller. Arte e indivíduo são fenômenos históricos em constante transformação, com avanços e retrocessos em suas possibilidades de liberdade. Isso fica claro em três grandes movimentos na dialética de emancipação da cultura. Primeiro, no final do século XVIII, quando o indivíduo formado e a arte autônoma tornaram-se protagonistas de um processo amplo de transformação social, ao ganhar uma formulação utópica singular em contextos privilegiados da burguesia. Já nos séculos XIX e XX, essa utopia foi substituída na realidade por processos de subjetivação que impedem o desenvolvimento da autonomia individual e reduzem a arte à mercadoria. E, por fim, nos dias atuais, quando se faz necessário resgatar esse potencial utópico bloqueado. Toda a obra de Adorno pode ser considerada uma crítica incansável à deterioração do sonho burguês da formação pela arte enquanto antítese da barbárie. Este livro destina-se a todos e todas que também desejam manter vivo esse sonho.