Sobre o Lazer na Finitude: Até o Fim, Afirmar-se e Produzir Vida

Ref: 978-65-250-0774-8

Este livro é resultado de uma pesquisa realizada, em maior parte, com homens em processo de adoecimento, em uma linha tênue entre vida e morte e seus agenciamentos para as experiências de lazer. Ao transitar entre os temas lazer e morte, a autora lança mão de pensadores como Morin, Giddens e Kellehear, promovendo um entrelaçamento entre os temas e apresentando a atividade de lazer na perspectiva existencial, como forma de produzir vida e, assim, afirmar-se no tempo de finitude.


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ISBN: 978-65-250-0774-8


Edição:


Ano da edição: 2021


Data de publicação: 15/06/2021


Número de páginas: 163


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 23 cm


Comprimento: 16 cm


Altura: 2 cm


1. Claudia Franco Monteiro.

Este livro é resultado de uma pesquisa realizada, em maior parte, com homens em processo de adoecimento, em uma linha tênue entre vida e morte e seus agenciamentos para as experiências de lazer. Ao transitar entre os temas lazer e morte, a autora lança mão de pensadores como Morin, Giddens e Kellehear, promovendo um entrelaçamento entre os temas e apresentando a atividade de lazer na perspectiva existencial, como forma de produzir vida e, assim, afirmar-se no tempo de finitude. As narrativas e os registros fotográficos a conduziram a reflexões sobre expressões da masculinidade no contexto da morte e do lazer. Além disso, instigou reflexões sobre a atual sociedade e as escolhas das atividades de lazer no cotidiano de forma crítica e atenta aos assujeitamentos para o lazer mercadológico, tanto no tempo de viver, quanto no tempo de morrer. Questões de gênero e lazer também foram identificadas dando lugar para expressar-se enquanto mulher pesquisadora e sua empatia para com a única mulher que não conseguiu finalizar a pesquisa. Como bem apontou Morin, quanto mais nos aprofundarmos nas questões da morte, mais próximos ficamos da vida. Experienciar o lazer e o ócio no decorrer da vida, inclusive como espaço de reflexão, de questionamento e de busca de sentido, pode diminuir significativamente os riscos de vivenciarmos crises existenciais quando o tempo não mais nos favorecer para o desfrute das mudanças advindas de suas implicações.