Educação Ambiental Crítica: Formação de Professoras Educadoras Ambientais pela Investigação-Ação em Parceria Colaborativa na Amazônia Oriental

Ref: 978-65-250-1567-5

Em Educação Ambiental Crítica: formação de professoras educadoras ambientais pela investigação-ação em parceria colaborativa na Amazônia Oriental, o autor desenvolve a análise de um programa de formação continuada de professoras da educação básica, fundado na investigação-ação e na parceria colaborativa visando inserir a educação ambiental crítica no ensino fundamental, que defende como uma prática pedagógica que não se faz individualmente, mas nas relações sociais do ambiente escolar, conduzida não apenas por um sujeito, mas por um coletivo de professoras em processo socializante e colaborativo de formação continuada.


Calcule o frete

Opções de entrega:

Versão impressa
R$ 64,00
ADICIONAR 
AO carrinho

Versão digital
R$ 22,00

Nossos eBooks estão no formato ePub, o mais aceito nos variados aparelhos nos quais se podem ler livros digitais: eReaders, Smartphones, iPads, iPhones e PCs (este último por meio do Adobe Digital Editions). Os livros podem ser comprados via download nas seguintes livrarias online:

- Amazon (formato Mobi disponível para Kindle)

- Google Play Livros

- Apple Books

- Cultura/Kobo

ISBN: 978-65-250-1567-5


ISBN Digital: 978-65-250-1566-8


Edição:


Ano da edição: 2021


Data de publicação: 08/10/2021


Número de páginas: 221


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. José Pedro de Azevedo Martins.

Em Educação Ambiental Crítica: formação de professoras educadoras ambientais pela investigação-ação em parceria colaborativa na Amazônia Oriental, o autor desenvolve a análise de um programa de formação continuada de professoras da educação básica, fundado na investigação-ação e na parceria colaborativa visando inserir a educação ambiental crítica no ensino fundamental, que defende como uma prática pedagógica que não se faz individualmente, mas nas relações sociais do ambiente escolar, conduzida não apenas por um sujeito, mas por um coletivo de professoras em processo socializante e colaborativo de formação continuada. Educação ambiental crítica, para o autor, porque é permanente, emancipadora e contextualizadora das relações econômicas, políticas, sociais e culturais envolvidas nos impactos socioambientais. Para o desenvolvimento da pesquisa, constituiu um grupo de 15 professores da escola básica, três professores universitários e quatro licenciandos, seu propósito foi a investigação das próprias práticas de ensino com temáticas socioambientais, em etapas de diagnósticos, formação, planejamento, análise e ensino, registrando os fatos ocorridos na prática para posterior reflexão crítica e colaborativa sobre as experiências de ensino vivenciadas. De forma colaborativa, esse grupo reunia-se periodicamente para desenvolver três tipos de atividades: oficinas de formação e diagnósticos, ação escolar de ensino e pesquisa e oficinas de socialização de experiências docentes. Ao analisar o desenvolvimento do grupo e de quatro professoras em particular, conclui que a investigação-ação em parceria colaborativa, sobre processos permanentes de ensino de temas ambientais nas escolas, com base nos princípios da educação ambiental crítica, promove a formação de professoras educadoras ambientais críticas. O autor apresenta resultados que apontam que os professores vão, paulatinamente, modificando suas práticas docentes, inicialmente descontextualizadas, pontuais e festivas, para práticas transversais, cujas temáticas socioambientais passam a ser ensinadas por estratégias dinâmicas que consideram e discutem, com os estudantes, os aspectos econômicos, sociais, políticos e culturais dos problemas ambientais, potencializando um processo de melhoria do ensino escolar. Essa experiência ocorreu na Região Sul e Sudeste do Pará, território
caracterizado pela degradação social e ambiental extrema provocada por impactos das mais diversas naturezas como desflorestamento, urbanização precária, assassinato de camponeses, sindicalistas e ambientalistas, fruto de um modelo de exploração econômico perverso perpetrado por governos que ignoram as características e dinâmicas ambientais e sociais da gente desse lugar.