A Sinfonia da Vida: Diálogos que uma Pandemia Escreveu

Ref: 978-65-250-1730-3

Eis aqui, leitor, um livro em pandemia. Um livro escrito nos dias turbulentos, distantes fisicamente e silenciosos que acompanharam o desencadear de um evento epocal inimaginável. Este não é um livro que pretende ser erudito ou propagandístico. Se assim o fosse, estaria cheio de citações e do academicismo típico das coisas ditas sérias.


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ISBN: 978-65-250-1730-3


Edição:


Ano da edição: 2021


Data de publicação: 25/10/2021


Número de páginas: 105


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 14.8 cm


Comprimento: 21 cm


Altura: 2 cm


1. Gillianno Mazzetto de Castro.

2. Márcio Luís Costa.

Eis aqui, leitor, um livro em pandemia.


Um livro escrito nos dias turbulentos, distantes fisicamente e silenciosos que acompanharam o desencadear de um evento epocal inimaginável. Este não é um livro que pretende ser erudito ou propagandístico. Se assim o fosse, estaria cheio de citações e do academicismo típico das coisas ditas sérias.

Este é um livro de pulsações, uma obra de pessoas que se incomodaram, comoveram-se e reviraram-se nos e pelos eventos açabarcados da Covid-19. Esta é uma obra que nasce como qualquer outro feito intelectual, isto é: do espanto frente a uma realidade! Ao longo das páginas, você, caro conviva, encontrará reflexões sobre a vida e sobre os contextos e enredos de dias pandêmicos. Também, nestas linhas, você será convidado a participar das histórias destes dois autores que, como convivas, sentados à mesa do tempo e da vida, esperam-lhe como membro querido, felizes em saber que, com você, poderão partilhar as suas vidas.

A sinfonia da vida, aqui descrita, quer ser uma memória deste ato sempre inédito que insiste em viver a despeito das dores, sofrimentos, mazelas e quedas, deseja ser uma ode a todos aqueles que lutaram, que sucumbiram e que foram assolados pelos vários vírus destes dias nebulosos.

Por fim, esta é uma obra de buscadores da sabedoria, de pessoas que, cotidianamente, durante os dias pandêmicos, deram “bom dia” às suas angústias e inquietações. Sejam bem-vindos.