Aristóteles e as Duas Dimensões do Pensamento

Ref: 978-65-250-1643-6

O livro Aristóteles e as duas dimensões do pensamento convida o leitor para uma incursão dedicada a um dos principais tratados de Psicologia de Aristóteles: De Anima. Voltado tanto para o público especializado na História da Filosofia e Psicologia Antiga quanto para o público não familiarizado, mas interessado na riquíssima e complexa Filosofia da Antiguidade, esta obra propõe-se a investigar como nós, seres animados capazes de pensar, pensamos, segundo a Psicologia aristotélica. 


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ISBN: 978-65-250-1643-6


Edição:


Ano da edição: 2021


Data de publicação: 25/11/2021


Número de páginas: 195


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Adriel Fonteles de Moura.

O livro Aristóteles e as duas dimensões do pensamento convida o leitor para uma incursão dedicada a um dos principais tratados de Psicologia de Aristóteles: De Anima. Voltado tanto para o público especializado na História da Filosofia e Psicologia Antiga quanto para o público não familiarizado, mas interessado na riquíssima e complexa Filosofia da Antiguidade, esta obra propõe-se a investigar como nós, seres animados capazes de pensar, pensamos, segundo a Psicologia aristotélica. Mais do que simplesmente uma capacidade própria do ser humano em produzir discursos, cálculos, conceitos ou abstrações para lidar com a realidade, o pensamento é uma entidade permeada de lacunas, oscilante entre o plano humano e o divino, entre o mortal e o eterno. Para fazer compreender todos esses problemas que se arrastaram na história da Filosofia, sobretudo no período medieval, apresenta-se não só como Aristóteles pensou o pensamento, mas também como o fizeram vários de seus interlocutores, cujas opiniões o filósofo acatava crítica e criteriosamente, como Demócrito, Anaxágoras e Platão. Além disso, este livro leva em consideração que pensar o pensamento — referido como o intelecto — não é algo a ser feito isoladamente. Antecipando, pensar é uma atitude da alma, exige uma relação inicial com a nossa sensibilidade e intermediária com a nossa imaginação. Em suma, pensar é uma atitude sistêmica, que mobiliza desde o aspecto mitológico até o aspecto político, pertencendo a todas as áreas do conhecimento filosófico sem pertencer propriamente a nenhuma.