Comunicação Organizacional e Sustentabilidade: Cartografia dos Sentidos Instituídos pelo Discurso Organizacional

Ref: 978-65-250-1751-8

A sustentabilidade se apresenta como um dos grandes desafios planetários enfrentados pela humanidade, sendo a comunicação organizacional considerada um lugar de sua construção e legitimação. Partindo dessa urdidura, uma pergunta orientou o desenvolvimento desta obra: de que sustentabilidade se fala nas organizações? Sob essa luz, buscamos compreender que perspectivas teórico-filosóficas sobre sustentabilidade estão orientando as práticas organizacionais na contemporaneidade. 


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ISBN: 978-65-250-1751-8


Edição:


Ano da edição: 2021


Data de publicação: 25/11/2021


Número de páginas: 237


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Cristine Kaufmann.

2. Rudimar Baldissera.

A sustentabilidade se apresenta como um dos grandes desafios planetários enfrentados pela humanidade, sendo a comunicação organizacional considerada um lugar de sua construção e legitimação. Partindo dessa urdidura, uma pergunta orientou o desenvolvimento desta obra: de que sustentabilidade se fala nas organizações? Sob essa luz, buscamos compreender que perspectivas teórico-filosóficas sobre sustentabilidade estão orientando as práticas organizacionais na contemporaneidade. Nosso objeto de investigação são os sentidos de sustentabilidade produzidos e ofertados no Guia Exame de Sustentabilidade e nos sites institucionais de empresas premiadas pelo guia nesse período. Consideramos que esses são importantes lugares de instituição de sentidos, cujas materializações discursivas são orientadas pela intenção de comunicar e fazer reconhecer determinados sentidos de sustentabilidade. A confecção de uma cartografia dos sentidos de sustentabilidade instituídos pelo discurso organizacional permitiu desvelar que esse conceito tende a ser traduzido exclusivamente como sinônimo de lucratividade e perenidade dos negócios, com vistas à manutenção da lógica dominante, assumida, assim como valor periférico e/ou estratégico de mercado na cultura organizacional. E sabe-se que, diante da atual conjuntura de agravamento da crise socioambiental em que vivemos, é mais do que urgente uma mudança de via, uma profunda transformação cultural que nos conduza à sustentabilidade da vida e não apenas à sustentação do sistema capitalista neoliberal.