Por uma Geografia Popular: Trabalhadoras e Trabalhadores em Sala de Aula no Projeto Integrar

Ref: 978-65-250-1697-9

O livro Por uma Geografia popular: trabalhadoras e trabalhadores em sala de aula no Projeto Integrar foi desenvolvido a partir do Programa de Pós-Graduação em Geografia pela Universidade Federal de Santa Catarina, na linha de pesquisa Ensino de Geografia em Processos Educativos, o qual busca responder ao seguinte questionamento: até que ponto o Projeto Integrar, de modo geral, e o ensino de Geografia, de forma particular, no âmbito de uma experiência político pedagógica na Educação Popular, consegue sistematizar determinados conhecimentos para uma formação crítica da classe trabalhadora? A pesquisa desenvolveu-se nos anos de 2014 e 2015.


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ISBN: 978-65-250-1697-9


Edição:


Ano da edição: 2021


Data de publicação: 10/12/2021


Número de páginas: 179


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Kleicer Cardoso Rocha.

O livro Por uma Geografia popular: trabalhadoras e trabalhadores em sala de aula no Projeto Integrar foi desenvolvido a partir do Programa de Pós-Graduação em Geografia pela Universidade Federal de Santa Catarina, na linha de pesquisa Ensino de Geografia em Processos Educativos, o qual busca responder ao seguinte questionamento: até que ponto o Projeto Integrar, de modo geral, e o ensino de Geografia, de forma particular, no âmbito de uma experiência político pedagógica na Educação Popular, consegue sistematizar determinados conhecimentos para uma formação crítica da classe trabalhadora? A pesquisa desenvolveu-se nos anos de 2014 e 2015. O Projeto Integrar, iniciado em 2011, é desenvolvido na escola Instituto Estadual de Educação (IEE) e EEB Jurema Cavalazzi, na cidade de Florianópolis/SC. Esse Projeto está ligado ao movimento brasileiro das Políticas de Ações Afirmativas, o qual possibilita, por meio da política de reservas de vagas (cotas), a inserção de trabalhadoras/es estudantes de escolas públicas, negros/negras, transgêneros e indígenas nas universidades públicas e particulares (Prouni). Buscamos saber com as/os trabalhadoras/es estudantes quais conhecimentos geográficos estes trazem das suas trajetórias de vida e escolar e, a partir daí, ir construindo junto aos estudantes um processo de aprendizagem na perspectiva da Educação Popular, com os princípios da emancipação da classe trabalhadora. Para isso, desenvolvemos nossas aulas como as/os trabalhadoras/es estudantes em um processo dialógico e contextualizado com os conteúdos geográficos da realidade social destes. O resultado dessa experiência de Educação Popular é a inclusão de mais de 700 trabalhadores estudantes nos bancos das universidades, no entanto, o processo formativo do Projeto Integrar vai para além de uma formação para acessar a universidade: fez com que as/os trabalhadores estudantes despertassem para uma consciência crítica frente à realidade social, com alguns buscando na conscientização a prática com envolvimento nas lutas da classe trabalhadora, compondo coletivos do movimento estudantil, movimento negro, coletivo Gestus; com envolvimento na política partidária e/ou em Associações de Moradores; com projeto de desenvolvimento de base local, como as experiências de hortas urbanas, desenvolvidas nos territórios dos estudantes.