Corporeidade - O Objeto Originário Concreto: Uma Hipótese Psicanalítica em Expansão

Ref: 978-85-473-0054-8

A partir dos estudos de Breuer e Freud sobre os fenômenos de conversão, os pensadores da Psicanálise começaram a interrogar-se sobre o modo como a função psíquica relaciona-se com a dimensão corpórea. Freud falava sobre como se daria o “salto misterioso” do psiquismo sobre a corporeidade. Até então, a Medicina psicossomática interessava-se em poder explicar a relação causal entre os fenômenos emocionais e os seus correspondentes da ordem da corporeidade.


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ISBN: 978-85-473-0054-8


ISBN Digital: 978-85-473-0054-8


Edição: 1


Ano da edição: 2016


Data de publicação: 00/00/0000


Número de páginas: 207


Peso: 200 gramas


Largura: 14.8 cm


Comprimento: 21 cm


Altura: 2 cm


1. Alberto Panza.

2. Massimo Romanini.

3. Silvia Tauriello.

4. Stefania Buonamassa.

Tradutora

A partir dos estudos de Breuer e Freud sobre os fenômenos de conversão, os pensadores da Psicanálise começaram a interrogar-se sobre o modo como a função psíquica relaciona-se com a dimensão corpórea. Freud falava sobre como se daria o “salto misterioso” do psiquismo sobre a corporeidade. Até então, a Medicina psicossomática interessava-se em poder explicar a relação causal entre os fenômenos emocionais e os seus correspondentes da ordem da corporeidade.

Como resultado de intensos estudos e pesquisas baseadas em Freud, Klein, Bion e outros tantos estudiosos sobre o tema, incluindo, mais atualmente, a contribuição dos estudos neurocientíficos, um grupo de pesquisadores italianos que se formou por volta do final dos anos de 1970 tem estudado exaustivamente o tema. O grupo teve início com a liderança do professor e psicanalista Armando Ferrari, infelizmente falecido, e tomou para si a tarefa de continuar as investigações e as pesquisas sobre as intrincadas configurações das relações de mente e corpo.

Durante muito tempo, o corpo era relegado a um segundo plano, como se o que importasse para a relação analítica fosse apenas o que o paciente verbalizava. Penso que os acontecimentos sociais, a importância do corpo na expressão midiática e quanto os nossos queridos adolescentes impuseram aos seus mestres e, também, aos psicanalistas a noção de que as coisas mudaram e precisam ser reconceituadas, incluindo o extenso tema da sexualidade humana, constituíram e constituem um estímulo a mais.

Se o leitor estiver disposto a adentrar por uma outra visão do desenvolvimento do psiquismo e da relação analítica, com certeza a leitura dos textos contidos neste livro irá surpreendê-lo!

Boa leitura a todos.

 

Márcia Câmara