Cursos Técnicos Integrados ao Ensino Médio do Ifg e a Questão da Politecnia

Ref: 978-85-473-1238-1

O livro Cursos técnicos integrados ao ensino médio do IFG e a questão da politecnia aborda os elementos que cimentaram a política para a educação profissional e tecnológica (EPT) no Brasil nas últimas décadas. Nesse pavimento estabeleceu-se o impasse entre a estrutura legal e a real possibilidade de implementar a formação integrada e politécnica nos cursos técnicos integrados ao ensino médio.


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ISBN: 978-85-473-1238-1


Edição: 1


Ano da edição: 2018


Data de publicação: 14/05/2018


Número de páginas: 109


Encadernação: Brochura


Peso: 200 gramas


Largura: 14.8 cm


Comprimento: 21 cm


Altura: 2 cm


1. Irani Camilo de Souza Silva.

O livro Cursos técnicos integrados ao ensino médio do IFG e a questão da politecnia aborda os elementos que cimentaram a política para a educação profissional e tecnológica (EPT) no Brasil nas últimas décadas. Nesse pavimento estabeleceu-se o impasse entre a estrutura legal e a real possibilidade de implementar a formação integrada e politécnica nos cursos técnicos integrados ao ensino médio.

A obra parte da perspectiva da formação integrada em sua relação com a politecnia. Nessa concepção, além de tornar-se apto para o mercado, o trabalhador obteria uma formação completa, de cunho omnilateral.

O currículo integrado constitui uma proposta originada nas concepções marxianas de educação e incorpora a concepção de politecnia e omnilateralidade. Politecnia implica uma formação que encerre as relações entre os conhecimentos de modo a promover uma formação sólida, que abrigue a capacidade de atuação profissional, a capacidade de gerir os meios produtivos e a compreensão do mundo em sua totalidade. Tendo isso em vista, procura-se compreender em que medida é possível pensar a formação politécnica via consolidação do currículo integrado nos cursos técnicos do IFG, a partir do posicionamento dos gestores e professores dessa instituição. Busca-se esclarecer o que esses sujeitos entendem por politecnia e até que ponto acreditam que ela possa ser efetivada nesses cursos.

A autora evidencia como grande parte dos professores demonstra não conhecer o princípio da politecnia e como os gestores apresentam uma adesão a essa concepção, apesar de pouco perceptível na estrutura documental da instituição, levando a crer que politecnia, formação integrada e omnilateral somente são aceitas em termos formais, em que pese todo o espaço de possibilidades de discussão dos últimos anos e a estruturação legal desalinhada com o empreendimento da formação integrada.