Esferas Públicas no Brasil: Teoria Social, Públicos Subalternos e Democracia

Ref: 978-85-473-1107-0

O livro Esferas públicas no Brasil: teoria social, públicos subalternos e democracia reúne artigos que buscam refletir, a partir de diferentes perspectivas, sobre as mudanças estruturais das esferas públicas no Brasil. 


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ISBN: 978-85-473-1107-0


ISBN Digital: 978-85-473-1107-0


Edição: 1


Ano da edição: 2018


Data de publicação: 00/00/0000


Número de páginas: 193


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Fernando Perlatto.

O livro Esferas públicas no Brasil: teoria social, públicos subalternos e democracia reúne artigos que buscam refletir, a partir de diferentes perspectivas, sobre as mudanças estruturais das esferas públicas no Brasil. Em um diálogo crítico com Jürgen Habermas, autor do clássico Mudança Estrutural da Esfera Pública, assim como com outros autores do campo da teoria crítica – especialmente Nancy Fraser e Craig Calhoun –, Fernando Perlatto reflete neste trabalho sobre questões diversas relacionadas à esfera pública no Brasil e no mundo contemporâneo. Articulando Historiografia e Sociologia Política, este livro analisa as relações que os diferentes sujeitos e grupos sociais estabeleceram historicamente com o que o autor intitula nos textos de esfera pública seletiva e esferas públicas subalternas.

“Mais do que uma história das esferas públicas no Brasil, trata-se de uma verdadeira sociologia política do País, que, opondo-se sutilmente à visão um tanto pessimista de vertentes do pensamento social brasileiro, que encaram o País a partir de uma teoria meio elitista do deficit, aposta suas fichas, como possibilidade de democratização, no diálogo permanente com as esferas públicas subalternas e populares – sem nunca cair, entretanto, no encanto das sereias do populismo [...]. A publicação de Esferas públicas no Brasil reativa o poder da imaginação, da subversão e da reconstrução política. Com este novo livro, Fernando Perlatto assina a sua segunda publicação e se coloca ao lado dos melhores intérpretes das esferas públicas no Brasil.”

- Do prefácio de Frederic Vandenberghe