
Psicóloga • Psicanalista • Pesquisadora
Psicanálise, educação e saúde mental como caminhos para compreender os desafios da subjetividade contemporânea.
Doutora em Psicologia Clínica pela PUC-SP e pós-doutora em Filosofia da Educação pela USP, atua na clínica psicanalítica, na docência e na pesquisa interdisciplinar envolvendo psicanálise, educação, psicopatologia, desenvolvimento infantil e saúde mental.
Psicanálise • Educação • Saúde Mental • Autismo • Filosofia da Educação
O tema da Psicanálise na Universidade traz muitos desafios e reflexões. Entre estas, as produções de artigos que advêm de cursos de pós-graduação em Psicanálise, situação desta obra, que apresenta os textos dos alunos do curso de especialização em Teoria e Clínica Psicanalítica da Unifenas, em Varginha/MG.


Esta obra discute as possibilidades de compreensão do autismo, precisando seus aspectos históricos e teóricos e, principalmente, a importância de o autismo ser dimensionado como uma pluralidade de possibilidades.
A Psicanálise é uma teoria sobre a clínica. Embora, a partir de seus conceitos, possam ser pensados aspectos da cultura e mesmo a contemporaneidade, é à clínica e o seu fazer que a concernem.


Esta obra foi organizada por Roberta Ecleide de Oliveira Gomes Kelly (Núcleo de Estudos em Psicanálise e Educação – Nepe) e Kelly Cristina Brandão da Silva (Repsic, Unicamp), e discorre sobre as questões que envolveram (e ainda envolvem) os cuidados com crianças e adolescentes desde março de 2020, data de anúncio da pandemia da Covid-19.
Psicanálise, Universidade: dois termos que se aproximam e se afastam. A Psicanálise está na Universidade, passeia pela formação de muitos que, após formação psicanalítica fora dela, vêm a ser psicanalistas. Em outros momentos, a Psicanálise é tema da Universidade.


A contemporaneidade tem, dentre suas características, a (des)montagem das relações humanas. Sabidas como difíceis e cheias de incongruências, as relações provocam ambivalência e angústia. Todavia, a despeito de seus problemas, é o que permite a humanização. Na educação (em sentido amplo) das crianças e jovens, esse (des)monte tem a consequência das alterações e o estabelecimento indiscriminado de diagnósticos. Pensar a respeito do tempo e da presença na educação é o desafio desta obra.