Por Lúcia Machado, autora de Raro, mas aconteceu comigo
Desde tempos imemoriais, o preconceito, nas suas diferentes formas, é latente na
humanidade.
A discriminação aniquila a dignidade humana e deixa marcas indeléveis em suas vítimas.
Tem-se procurado combater todas as formas de preconceito: classe social, cor da pele, etnia,
misoginia, orientação sexual, deficiência física, mental ou intelectual através de campanhas de
campanhas de conscientização na mídia e leis para punir o preconceituoso.
O preconceito fere a alma do ser humano tornando-o invisível perante a sociedade.
Portanto, é necessário ler “Raro, mas aconteceu comigo” para compreender o universo de
uma jovem vítima do preconceito após sofrer uma tragédia.
