A Peste Negra não foi apenas uma doença; foi quase o fim de um mundo.Em 1349, enquanto a Europa celebrava glórias marciais, a morte avançava, varrendo quase a metade da população e desmantelando a estrutura medieval em meses.Este é o
relato clássico e pioneiro de
Francis Aidan Gasquet, que, no final do século XIX, ousou argumentar: a Peste Negra, e não eventos políticos, foi o verdadeiro
ponto de ruptura da Idade Média.Com base em registros eclesiásticos, testamentos e contas de senhores feudais — fontes que revelam a morte em números frios e devastadores —, Gasquet traça a progressão do flagelo que quase destruiu a humanidade.Uma leitura essencial que expõe:
- O colapso financeiro e o despovoamento de cidades, abadias e propriedades rurais.
- A crise moral e de fé que levou à fuga de padres e à ordenação de leigos iletrados.
- A revolução social do trabalho, onde camponeses sobreviventes se recusaram a trabalhar por salários antigos, selando o destino da servidão.
Veja com detalhes a tragédia que redefiniu a história e forjou a Europa moderna.