Exemplos notáveis de apego ao que Deus disse do jeito que Ele disse; de autoridade espiritual inigualável silenciando definitivamente os opositores; de constância no ministério sacrificial até o impressionante momento de abrir o caminho de acesso ao Pai ao rasgar o véu do Templo em Jerusalém para remissão de nossos pecados e rasgar o escrito de dívidas; de discernimento espiritual; de escolha dos discípulos; de obediência ao Pai; de oração perseverante e de perceber o tempo de Sua partida pelas mãos de ímpios. Jesus ensinou aos discípulos como exercer o poder de Deus: com uma palavra! O desejo de Cristo é que façamos o mesmo.

Fortalezas demoníacas são quebradas no poder do Espírito de Cristo demonstradas no curso do ministério daquele que obedece ao que Deus disse do jeito que Ele disse. Neste sentido o crente em Jesus participa da glória e da presença de Deus em sua comunhão, justiça e manifestações como demonstrados no livro DEUS me concedeu grandezas. O caminho mais digno dessa apologética expressa o meu olhar acerca de alguns traços da insondável compaixão e misericórdia da Divindade por um homenzinho imerso em uma coluna de fogo girante multicolorido.

Ignorar o que está por trás de coisas inúteis ao nosso redor e em nossas vidas quando continuamos distraídos, frequentando igrejas como estando montados nos cavalinhos do parque de diversões, alimentando o imaginário infantil, escutando a mesma ladainha e a mesma liturgia que não fazem diferença nem nos confrontam; ou girando no mesmo palco de falsas profecias completamente indiferentes quanto às batalhas que se travam no mundo espiritual – males que antecipam assombros, medos e olhares ao pior da “grande tribulação” que se aproxima. Nessa conjuntura de fracassos em muitos de nós continua nada mais do que certo ar de lirismo a declaração de Paulo ao final de seu ministério: “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé.” O cristão habituado a postar selfs nas redes sociais exibe o vazio da vida espiritual e deve se arrepender de não haver aprendido a contar cada dia, de tal maneira que alcance um coração sábio. Que perda de tempo!!!

Neste ponto, DEUS me concedeu grandezas, com escrita bem estruturada e sólida, demonstra que nada é impossível para Deus. O autor não cuida de ficção. O estilo único que impregna a obra apresenta excelente ritmo conduz ao pensar e romper com as sombras e trevas e convoca ao discernimento espiritual. No momento de romper com as sombras e as trevas os cristãos devem batalhar pela fé que nos foi dada em Cristo Jesus. O fim das coisas nos dirá a verdade. O fortalecimento em espírito que segue ao batismo no Espírito Santo traz segurança àquele que agora passou da morte para a vida eterna e imortal em Cristo Jesus; porquanto a paz de Deus continua excedendo toda a nossa compreensão e em Cristo somos mais que vencedores. Para grandeza e glória de “Jesus, grande Pastor das ovelhas pelo sangue da Nova Aliança”, o Espírito de Cristo Jesus demonstra a graça de Deus fazendo de cada convertido a Cristo um filho de Deus que nasce de novo, é justificado mediante a fé em Cristo e recebe o perdão os antigos pecados; pois a todos quantos O receberam como Senhor e Salvador Deus os fez filhos de Deus. Paz e segurança não estão reservados apenas para as moradas celestiais; mas ainda que em parte, podemos desfrutar dessas grandezas no momento presente deste lado da existência.

No olhar de Jesus o espírito de incredulidade e rebeldia ao que Deus disse do jeito que Ele disse, opera na alma (emoções, intelecto e vontade) dos filhos do “pai da mentira” que pregam “doutrinas de homens” aprovadas com o falso profetismo e prendem os homens às iniquidades, apesar dos apelos ao abandono dos pecados, arrependimento e conversão ao SENHOR, como Isaías profetizou: “Buscai ao SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto. Deixe o ímpio o seu caminho e o homem maligno os seus pensamentos e se converta ao SENHOR que se compadecerá dele; e torne para o nosso Deus porque grandioso é em perdoar.” O engano dos falsos mestres intoxicados de falso profetismo que oprime os fracos e ignorantes na “fé em Jesus” merece repúdio. Ora, não havendo arrependimento e conversão genuína com frutos de nova vida em Cristo, o “príncipe deste mundo” mantém os cegos e desobedientes “nas regiões da sombra e da morte”; e mais dia menos dia o fio de prata pode se romper e o destino dos que continuaram prisioneiros está selado. Para sempre! Sem volta!

O Pai Celestial concede grandezas aos que andam na constância de Cristo como convém aos filhos de Deus. No enfrentamento com o evento morte é melhor obedecer às ordens do Reino dos Céus que prevalecem acima dos interesses humanos e dos poderes satânicos. O que fica realçado no contexto desses fatos, é que Deus procura quem queira dar atenção às ordens celestiais confirmando a esperada obediência por fé. O Senhor Jesus tem promessas de vida abundante para aquele que quiser se relacionar com Ele, “em espírito e em verdade”. Portanto, o discipulado em Cristo consiste na inaudita ocasião de demonstrar se o discípulo está disposto a carregar a sua cruz enquanto segue a Jesus no caminho estreito, com dedicação incondicional, obediência ainda que haja enfrentamento com a morte.

Portanto, hoje é o momento de acordar, levantar e romper com as sombras e trevas morais e espirituais nas regiões da morte para uma nova disposição de envolver-se e viver sob a fulgurante luz do “evangelho da graça de Deus… poder de Deus e sabedoria de Deus”; porquanto aquele que está em Cristo Jesus deve resplandecer na esperança de realizações na família, na igreja, na profissão e na sociedade onde não se deve arrancar o que foi plantado com a preciosa salvação em Cristo Jesus, qual semente que cresce e se torna árvore frutífera com frutos maduros da redenção em Cristo Jesus nosso Senhor.

Mario Hastenreiter de Souza é Advogado, com inscrição regular na OAB, Curso da Escola de Magistratura, Curso de Sentenças, Extensão em Criminologia e outros. Psicanálise e Teologia. Escreve na Revista Eletrônica Cavaleiro Veloz, INPI, incluindo artigos e decisões judiciais na defesa da liberdade de expressão, de opinião e de pensamento. ORCID: 0009-0002-6653-4489

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